{"id":90988,"date":"2020-10-02T14:40:08","date_gmt":"2020-10-02T14:40:08","guid":{"rendered":"https:\/\/logon.media\/logon_article\/sobre-o-vazio-que-vem-do-silenciar\/"},"modified":"2024-11-04T16:45:52","modified_gmt":"2024-11-04T16:45:52","slug":"sobre-o-vazio-que-vem-do-silenciar","status":"publish","type":"logon_article","link":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/logon_article\/sobre-o-vazio-que-vem-do-silenciar\/","title":{"rendered":"Sobre o vazio que vem do silenciar"},"content":{"rendered":"<p><iframe title=\"Spotify Embed: #4 Sobre o vazio que vem do silenciar\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/1arUWFWUp9MEF1AzRtDOhJ?si=zR2QUlYAR1a7leWqEkbijw&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Imaginem\u00a0uma tarde quente, uma brisa leve, um c\u00e9u azul\u00a0e esses quatro grandes reunidos debaixo de uma \u00e1rvore, contemplando a natureza e refletindo sobre\u00a0a arte do silenciar.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><strong>Jidu Krishnamurti,<\/strong> seguindo o voo de um p\u00e1ssaro, inicia a conversa com sua voz tranquila:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">O que \u00e9 exatamente o vazio que surge do silenciar? N\u00e3o o conceito, nem a palavra: o que seria esse vazio, simplesmente observado no aqui e agora? S\u00f3 a mente que compreendeu o espa\u00e7o, a mente que conhece esse vazio e dele est\u00e1 perfeitamente c\u00f4nscia&#8230; s\u00f3 ela \u00e9 capaz de completa quieta\u00e7\u00e3o<a title=\"\" href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup><strong><sup>[1]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\"><strong>Helena Petrovna Blavatsky <\/strong>volta seus grandes olhos para Jiddu e comenta como se recitasse as palavras que vai lendo em seu cora\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">Antes que a Alma possa compreender e recordar, ela deve primeiro unir-se ao Falante Silencioso, como a forma que \u00e9 dada ao barro se uniu primeiro \u00e0 mente do ceramista. Porque ent\u00e3o a alma ouvir\u00e1 e poder\u00e1 recordar-se. E o ouvido interior falar\u00e1 A Voz do Sil\u00eancio<a title=\"\" href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup><strong><sup>[2]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">Jan van Rijckenborgh bebe cada palavra da grande amiga, e, enquanto afaga o pelo sedoso de seu cachorro, vai refletindo, pausadamente:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">Realmente, esse vazio s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel a partir do verdadeiro sil\u00eancio. E n\u00e3o \u00e9 preciso se isolar para chegar at\u00e9 ele. Em meio a poderosas tens\u00f5es e revoltos oceanos de paix\u00f5es ainda \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar uma tranquilidade interior imensa: a paz da nova vida, que n\u00e3o \u00e9 deste mundo. Uma realidade de vida cheia de gra\u00e7a e verdade, que se desenvolve normalmente em meio \u00e0 enorme agita\u00e7\u00e3o<a title=\"\" href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup><strong><sup>[3]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">O que voc\u00ea acha disso, meu caro Jidu?<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><strong>Krishnamurti<\/strong>, sentado sobre as pernas cruzadas, d\u00e1 um sorriso enigm\u00e1tico e provoca os amigos com perguntas.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">E no meio de tudo isso, como fica a busca pela felicidade?<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">S\u00f3 quando a mente n\u00e3o est\u00e1 mais interessada em &#8220;vir a ser\u201d, n\u00e3o mais se est\u00e1 moldando, com o fim de ser alguma coisa \u2014 s\u00f3 ent\u00e3o est\u00e1 apta a receber aquilo que \u00e9 a verdade. S\u00f3 ent\u00e3o pode haver felicidade. Porque a felicidade n\u00e3o \u00e9 um fim: \u00e9 o resultado da realidade<a title=\"\" href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup><strong><sup>[4]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">Ent\u00e3o, <strong>Lao Ts\u00e9,<\/strong> que havia guardado um sil\u00eancio respeitoso, como conv\u00e9m a um s\u00e1bio entre os s\u00e1bios,\u00a0 cerra os olhos como quem busca o fio dourado que liga todos os pensamentos e sentimentos.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">E recita:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">(&#8230;) o s\u00e1bio governa para que os cora\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">se tornem vazios de desejo<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">(&#8230;)<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Ele pratica o wu wei,<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">e, assim, n\u00e3o haver\u00e1 nada que ele n\u00e3o governe bem<a title=\"\" href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup><strong><sup>[5]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">Depois de saborear cada palavra desse grande mestre, <strong>Jan van Rijckenborgh<\/strong> complementa, relevando ponto por ponto:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">Ora, quando o que \u00e9 santo penetra em nossa vida, \u00e9 gratificante sentir aquilo que a B\u00edblia chama de \u201calegria silenciosa\u201d, ter uma percep\u00e7\u00e3o do ensinamento sem palavras. O n\u00e3o fazer n\u00e3o consiste, como algu\u00e9m poderia talvez imaginar, em retirar-se do mundo dial\u00e9tico, apartar-se da vida terrena, tornar-se anticonformista, j\u00e1 n\u00e3o aceitar a monotonia da vida cotidiana<a title=\"\" href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup><strong><sup>[6]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">Sil\u00eancio.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">Cada um respira o conte\u00fado valioso de seus cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\u00c9 <strong>Krishnamurti<\/strong> quem quebra essa sagrada pausa que paira na brisa de outono, para advertir:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">A quieta\u00e7\u00e3o, o sil\u00eancio, n\u00e3o \u00e9 produto do pensamento. O sil\u00eancio existe fora do campo da consci\u00eancia. N\u00e3o se pode dizer: \u201cExperimente um estado de sil\u00eancio. Se voc\u00ea o experimenta, isso n\u00e3o \u00e9 sil\u00eancio. (\u2026) Ele desce sobre n\u00f3s, torna-se presente. Do mesmo modo, assim como n\u00e3o se pode experimentar o espa\u00e7o e o vazio, n\u00e3o se pode experimentar o sil\u00eancio. Porque s\u00f3 nele pode haver uma energia completamente livre, incontaminada, n\u00e3o dirigida pelo prazer<a title=\"\" href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup><strong><sup>[7]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">E n\u00f3s, que os observamos, t\u00e3o irradiantes sob a luz dessa tarde imagin\u00e1ria, come\u00e7amos a compreender que a\u00ed reside uma nova maneira de agir, pois<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">S\u00f3 a mente religiosa sabe o que \u00e9 o vazio mental. A \u201cmente vazia\u201d n\u00e3o se acha num estado de vacuidade, de inanidade: est\u00e1 extraordinariamente vigilante, atenta, sens\u00edvel; nenhum centro tem e por conseguinte, cria espa\u00e7o. S\u00f3 a mente que nenhum centro tem, que tem o espa\u00e7o da imensidade, s\u00f3 essa \u00e9 a mente religiosa; e s\u00f3 a mente religiosa \u00e9 criadora. (&#8230;) E s\u00f3 ent\u00e3o, nesse estado extraordin\u00e1rio, que nada tem de m\u00edstico, que n\u00e3o representa uma fuga \u00e0 vida, \u00e9 poss\u00edvel a exist\u00eancia do Eterno<a title=\"\" href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup><strong><sup>[8]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">E, ainda querendo escut\u00e1-los um pouco mais nesse fim de tarde (que desejamos que nunca acabe!) indagamos:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Como perceber que j\u00e1 estamos nesse caminho, seguindo esse vazio que vem do silenciar? Que sensa\u00e7\u00f5es ter\u00e1 esse ser humano quando realmente consegue compreender, com nova consci\u00eancia, essa nova a\u00e7\u00e3o silenciosa?<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">Sil\u00eancio.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">A brisa quente passeia pelos galhos da \u00e1rvore e traz uma quietude cheia de significado.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Jan van Rijckenborgh encerra o encontro, com seu tom de pai amoroso:<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">Segundo a \u00c9tica, de Baruch Espinosa, \u201cO homem tocado pela raz\u00e3o ter\u00e1 unicamente sensa\u00e7\u00f5es de alegria e um intenso anelo\u201d. Por que alegria? Porque o caminho da perfei\u00e7\u00e3o manifesta-se pela primeira vez na plenitude de sua beleza irradiante<a title=\"\" href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup><strong><sup>[9]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">Sil\u00eancio profundo.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<h3>Reflex\u00f5es sobre a conversa<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\">O que \u00e9 exatamente o vazio que surge do silenciar? N\u00e3o o conceito, nem a palavra: o que seria esse vazio, simplesmente observado no aqui e agora?<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Em meio \u00e0s tribula\u00e7\u00f5es do dia, sempre haver\u00e1 a oportunidade de vivenciarmos um momento de observa\u00e7\u00e3o isenta de qualquer base te\u00f3rica, livre de conceitos pr\u00e9-estudados, de atitudes cristalizadas: basta apenas nos dispormos a isso.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Refletindo sobre a conversa imagin\u00e1ria entre os quatro grandes, primeiro, percebemos que \u201cquieta\u00e7\u00e3o\u201d n\u00e3o \u00e9 apenas o oposto de \u201cinquieta\u00e7\u00e3o\u201d. Mas \u00e9 certo que, em um primeiro momento, buscamos a quietude para fugir de nossa agita\u00e7\u00e3o interna.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Essa quietude, essa alegria profunda, \u00e9 algo novo, que nasce no aqui e agora, isento de qualquer pr\u00e9-conceito ou ordem externa. Esse estado completamente novo s\u00f3 pode ser vivenciado quando deixamos que uma nova consci\u00eancia dirija nosso pensar-sentir-agir. Ent\u00e3o come\u00e7aremos a compreender o que Krishnamurti quis dizer com o valor da mente verdadeiramente religiosa, criadora.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Nesses instantes t\u00e3o especiais, que duram muitas vezes poucos minutos, um grande sil\u00eancio toma conta de nosso ser. Mas ele n\u00e3o nos invade: vem de mansinho, suavemente, como o fluxo de uma fonte.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Esses momentos s\u00e3o como gotas de luz que nos trazem insights r\u00e1pidos que mal conseguimos captar. Seria essa a sabedoria do n\u00e3o-agir (wu-wei) proposta por Lao Ts\u00e9 \u2013 essa sabedoria instant\u00e2nea que\u00a0 nos traz a \u201calegria silenciosa\u201d, uma alegria que n\u00e3o \u00e9 produto do pensamento, mas que jorra de nosso cora\u00e7\u00e3o? Quando a vivenciamos, sentimos a convic\u00e7\u00e3o de que tudo \u00e9 como deve ser, em um processo de aprendizagem, autoconhecimento e conhecimento do mundo e da humanidade.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Mas n\u00e3o podemos forjar esse estado! Ele \u00e9 como um \u00e1timo de segundo, uma centelha, um p\u00e1ssaro em voo, que n\u00e3o conseguimos nem devemos capturar. Todos os seres humanos buscam a harmonia, a tranquilidade, o estado a que muitos chamam de \u201cfelicidade\u201d.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">E n\u00f3s, que nos catalogamos como \u201dbuscadores da espiritualidade\u201d: por acaso n\u00e3o estaremos buscando a \u201cfelicidade espiritual\u201d como uma meta, um fim? E essa felicidade n\u00e3o representaria a satisfa\u00e7\u00e3o de nosso desejo eg\u00f3ico? Precisamos estar muito atentos para n\u00e3o banalizar nosso espa\u00e7o do sagrado.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">E, por outro lado, o que nos faz deixar de temer o vazio que surge do silenciar, do aquietamento? N\u00f3s j\u00e1 temos a resposta dentro de n\u00f3s: o que nos faz vivenciar a tranquilidade desse vazio \u00e9 a confian\u00e7a, a certeza, a convic\u00e7\u00e3o absoluta de que a espiritualidade \u00e9 um estado de ser que vai se desenvolvendo a partir de um processo di\u00e1rio!<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">A verdade \u00e9 que, quando realmente mergulhamos por mil\u00e9simos de segundos de tempo nesse espa\u00e7o que sentimos e n\u00e3o conseguimos catalogar, ent\u00e3o a quietude nos envolve e esse vazio parece ser nosso verdadeiro habitat: temos a absoluta certeza de que esse <em>\u00e9 o nosso lugar!<\/em> \u00c9 a\u00ed, nesse ponto central, que nos encontramos a n\u00f3s mesmos e a todos n\u00f3s!<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Quando somos tocados pela luz dessa nova consci\u00eancia, s\u00f3 nos resta silenciar e fruir dessa alegria imensa, dessa certeza que nos por\u00e1 adiante, com nova vontade e nova a\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, como diz Blavatsky, j\u00e1 nada mais importa, pois ouviremos realmente a Voz do Sil\u00eancio.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">\n<p class=\"text-align-justify\">\n<hr \/>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup><sup>[1]<\/sup><\/sup><\/a> Krishnamurti, <em>Viagem por um Mar Desconhecido, <\/em>Cole\u00e7\u00e3o Planeta, p. 140, Editora 3, S\u00e3o Paulo-SP, 1973, tradu\u00e7\u00e3o de Hugo Veloso.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup><sup>[2]<\/sup><\/sup><\/a> H.P. Blavatsky, <em>A Voz do Sil\u00eancio<a href=\"http:\/\/www.mkmouse.com.br\/livros\/A-Voz-do-Sil%C3%AAncio-Helena-Petrovna-Blavatsky.pdf\">,<\/a> <\/em>pp<em>.<\/em> 91 e 92, Editora Teos\u00f3fica, 2011, Bras\u00edlia-DF, tradu\u00e7\u00e3o de Fernando Pessoa.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup><sup>[3]<\/sup><\/sup><\/a> Jan van Rijckenborgh, <em>O Caminho Universal,<\/em> p. 6, 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1984, Editora Lectorium Rosicrucianum, S\u00e3o Paulo-SP.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup><sup>[4]<\/sup><\/sup><\/a> Krishnamurti, <em>A primeira e \u00faltima liberdade, <\/em>p. 80, Editora Cultrix, s\/d, S\u00e3o Paulo, tradu\u00e7\u00e3o de Hugo Veloso.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup><sup>[5]<\/sup><\/sup><\/a> Lao Ts\u00e9, Tao Te King, analisado por Jan van Rijckenborgh e Catharose de Petri em <em>A Gnosis Chinesa, p. 42, <\/em>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2010, editora Lectorium Rosicrucianum, Jarinu-SP<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup><sup>[6]<\/sup><\/sup><\/a> Jan van Rijckenborgh e Catharose de Petri,\u00a0 <em>A Gnosis Chinesa, p. 42, an\u00e1lise do Tao Te King de Lao Ts\u00e9, <\/em>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, editora Lectorium Rosicrucianum, 2010, Jarinu-SP.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><sup><sup>[7]<\/sup><\/sup><\/a> Krishnamurti, <em>Viagem por um mar desconhecido, <\/em>Cole\u00e7\u00e3o Planeta, p. 140, Editora 3, S\u00e3o Paulo-SP, 1973, tradu\u00e7\u00e3o de Hugo Veloso.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\"><sup><sup>[8]<\/sup><\/sup><\/a> Krishnamurti, <em>Uma nova maneira de agir, <\/em>pp. 86 e 87, Editora Cultrix, S\u00e3o Paulo-SP, s\/d, tradu\u00e7\u00e3o de Hugo Veloso.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\"><sup><sup>[9]<\/sup><\/sup><\/a> Jan van Rijckenborgh e Catharose de Petri, <em>A Gnosis Chinesa, <\/em>p. 237,<em> an\u00e1lise do Tao Te King de Lao Ts\u00e9, <\/em>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, editora Lectorium Rosicrucianum, 2010, Jarinu-SP.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10411,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[],"category_":[110082],"tags_english_":[],"class_list":["post-90988","logon_article","type-logon_article","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category_-livingpast-pt-br"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article\/90988","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article"}],"about":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/logon_article"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10411"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=90988"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=90988"},{"taxonomy":"category_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/category_?post=90988"},{"taxonomy":"tags_english_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags_english_?post=90988"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}