{"id":90825,"date":"2020-07-31T09:06:33","date_gmt":"2020-07-31T09:06:33","guid":{"rendered":"https:\/\/logon.media\/logon_article\/crise-na-brecha-entre-duas-eras\/"},"modified":"2020-07-31T09:06:33","modified_gmt":"2020-07-31T09:06:33","slug":"crise-na-brecha-entre-duas-eras","status":"publish","type":"logon_article","link":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/logon_article\/crise-na-brecha-entre-duas-eras\/","title":{"rendered":"Crise na brecha entre duas eras"},"content":{"rendered":"<p class=\"text-align-justify\">O ser humano tem dupla natureza. Nele, dois mundos se encontram. Todos os dias, ele vive no mundo da alma f\u00edsica e recebe impulsos do mundo da alma espiritual. Assim, sua vida corre na \u00e1rea de tens\u00e3o entre dois processos de desenvolvimento que s\u00e3o extremamente diferentes. A partir do nascimento, o corpo come\u00e7a a envelhecer. Ele \u00e9 um sistema vivo e auto-organizador que interage com seu ambiente, coleta experi\u00eancias e, pouco a pouco, vai enfraquecendo. No n\u00edvel espiritual-emocional, o caminho vai exatamente na dire\u00e7\u00e3o oposta. Quando a pessoa segue esses impulsos e os implementa, sua condi\u00e7\u00e3o interior a rejuvenesce. Na B\u00edblia, esse fato \u00e9 assim descrito: &#8220;Em verdade vos digo que, se n\u00e3o vos tornardes crian\u00e7as, de modo algum entrareis no reino dos c\u00e9us.\u201d (Mateus 18:3).<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Dependendo de qual dos dois caminhos considerarmos, crises, doen\u00e7as e curas passam a ter significados muito diferentes.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">&#8220;N\u00e3o h\u00e1 vida sem crise&#8221; \u2013 essa \u00e9 a experi\u00eancia individual de muitas pessoas. As crises s\u00e3o vivenciadas de forma muito diversa. Em nossa \u00e9poca, elas afetam grande parte da humanidade: esse \u00e9 o resultado de um mundo extremamente interligado. Com o movimento pela paz, o debate ecol\u00f3gico ou o movimento &#8220;Vidas Negras Importam&#8221; sentimos as rea\u00e7\u00f5es do mundo inteiro em um tempo muito curto.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">&nbsp;<\/p>\n<h3>Sempre em busca de um novo equil\u00edbrio<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\">As crises individuais s\u00e3o doen\u00e7as do corpo. Hip\u00f3crates, um m\u00e9dico grego que viveu 400 anos antes do nascimento de Cristo e que ainda hoje tem grande influ\u00eancia filos\u00f3fica na Medicina, reconheceu o quanto o conhecimento das doen\u00e7as e sua cura foi influenciado, em sua \u00e9poca, pela supersti\u00e7\u00e3o. Observando ponderadamente os sintomas, ele afastou a doen\u00e7a da supersti\u00e7\u00e3o e iniciou uma arte racional de cura.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Para ele, a doen\u00e7a era o resultado de um desequil\u00edbrio. Ele viu na sintomatologia a tentativa do corpo de restabelecer o equil\u00edbrio de suas fun\u00e7\u00f5es. A doen\u00e7a era uma express\u00e3o dos poderes autocurativos que precisavam ser apoiados.&nbsp; Portanto, se um pi\u00e3o gira em alta velocidade, semelhante a um corpo que est\u00e1 em plena posse de seus poderes, \u00e9 dif\u00edcil desequilibr\u00e1-lo. Se a velocidade de rota\u00e7\u00e3o diminui, ele come\u00e7a a cair e \u00e9 mais facilmente atirado para fora de seu curso. Assim como um pi\u00e3o, o corpo sempre se esfor\u00e7a por conservar um equil\u00edbrio harmonioso. Afinal, ele \u00e9 um sistema de equil\u00edbrio complexo. Muitas de suas rea\u00e7\u00f5es auto-organizadoras e autorreguladoras ainda s\u00e3o desconhecidas at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Consideremos os sistemas de equil\u00edbrio muito simples. Na qu\u00edmica, conhecemos as chamadas estruturas dissipativas: s\u00e3o solu\u00e7\u00f5es de compostos qu\u00edmicos que interagem entre si e desenvolvem padr\u00f5es de rea\u00e7\u00e3o est\u00e1veis. Seu equil\u00edbrio e, portanto, sua &#8220;sa\u00fade&#8221; depende da intera\u00e7\u00e3o com o meio ambiente. Por exemplo: eles precisam de energia para permanecerem est\u00e1veis, envelhecem e migram, atrav\u00e9s de crises, para estados de equil\u00edbrio sempre novos.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Atualmente estamos percebendo que a humanidade, assim como as estruturas dissipativas, construiu um padr\u00e3o de rea\u00e7\u00e3o que custa mais energia do que a Terra pode produzir em um estado saud\u00e1vel. O resultado s\u00e3o crises com altera\u00e7\u00f5es de padr\u00f5es \u2013 e, assim, todo o sistema busca novos estados de equil\u00edbrio.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">A vida significa auto-organiza\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o a condi\u00e7\u00f5es vitais em constante mudan\u00e7a. Logo, as crises e os novos equil\u00edbrios v\u00e3o se substituindo constantemente. Normalmente, o equil\u00edbrio \u00e9 um estado est\u00e1tico sem mudan\u00e7as externas. Estas s\u00f3 acontecer\u00e3o quando for o caso de uma completa dissolu\u00e7\u00e3o de todas as part\u00edculas de mat\u00e9ria envolvidas. Tudo o que vive, desde organismos unicelulares a sistemas planet\u00e1rios, segue um constante processo de adapta\u00e7\u00e3o. No caso do universo, a maioria dos cientistas afirma que tudo come\u00e7ou com o <em>Big Bang<\/em> e que um dia este universo perecer\u00e1 em &#8220;morte por calor&#8221;: o equil\u00edbrio absoluto.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Ao observar o ser humano, podemos comparar o nascimento material com o <em>Big Bang<\/em>, e a dissolu\u00e7\u00e3o final do corpo material com a morte por calor. No meio dos dois, o ser humano&nbsp;vive sua vida entre a crise e o equil\u00edbrio.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">&nbsp;<\/p>\n<h3>Quem cria as novas condi\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas?<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\">Ilya Prigogine descobriu que as estruturas dissipativas mudam quando suas condi\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas s\u00e3o alteradas. Quem muda as condi\u00e7\u00f5es para a humanidade? At\u00e9 certo ponto s\u00e3o as pr\u00f3prias pessoas, com seu esp\u00edrito inventivo e a plenitude de suas necessidades. Fala-se do in\u00edcio do Antropoceno como um novo per\u00edodo na Hist\u00f3ria da Terra. Mas o fator de mudan\u00e7a tamb\u00e9m pode ser aquela for\u00e7a misteriosa que acaba movendo todo o cosmo.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">O f\u00edsico Max Planck resumiu nestas palavras a conex\u00e3o entre ci\u00eancia, filosofia e religi\u00e3o:<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">Como um f\u00edsico que dedicou toda sua vida \u00e0 ci\u00eancia criteriosa, ao estudo da mat\u00e9ria, estou certamente livre da suspeita de ser tomado por um \u201cesp\u00edrito de rebanho\u201d. E, assim, ap\u00f3s minhas pesquisas sobre o \u00e1tomo, afirmo: &#8220;N\u00e3o existe essa coisa chamada mat\u00e9ria. Toda mat\u00e9ria \u00e9 criada e existe apenas por uma for\u00e7a que faz com que as part\u00edculas at\u00f4micas vibrem e mant\u00e9m-nas juntas para formar o mais \u00ednfimo sistema solar do universo. Entretanto, como n\u00e3o existe nem uma for\u00e7a inteligente nem uma for\u00e7a eterna em todo o universo \u2013 a humanidade n\u00e3o consegue inventar a t\u00e3o almejada m\u00e1quina de movimento perp\u00e9tuo \u2013 precisamos presumir que existe um esp\u00edrito consciente e inteligente por detr\u00e1s dessa for\u00e7a. Esse esp\u00edrito \u00e9 a fonte de toda a mat\u00e9ria.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">E ainda mais:<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">A mat\u00e9ria real, verdadeira, atuante n\u00e3o \u00e9 a mat\u00e9ria vis\u00edvel e transit\u00f3ria \u2013 pois, sem esp\u00edrito, a mat\u00e9ria n\u00e3o existiria de forma alguma \u2013 e o esp\u00edrito invis\u00edvel imortal \u00e9 o verdadeiro. Essa realidade espiritual est\u00e1 no in\u00edcio de toda considera\u00e7\u00e3o feita pela filosofia ou pela religi\u00e3o. Para o cientista, muitas vezes ela vem \u00e0 tona no final de sua pesquisa.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"text-align-justify\">A teosofista e autora Alice Bailey, que viveu mais ou menos nessa mesma \u00e9poca, pensava na ci\u00eancia mais a partir da filosofia ou da teosofia. Em seu &#8220;Tratado sobre os Sete Raios&#8221;, ela desenvolveu um ponto de vista com o qual procurou lan\u00e7ar mais luz sobre o funcionamento desse esp\u00edrito invis\u00edvel. Dessa forma, ela descreve como os padr\u00f5es de radia\u00e7\u00e3o emergem do transcendental \u2013 \u201ca fonte primordial\u201d, como Max Planck a chamou \u2013 a partir da qual as mudan\u00e7as do \u201cesp\u00edrito do tempo\u201d podem ser explicadas. Esses padr\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o est\u00e1ticos: eles est\u00e3o em constante mudan\u00e7a, criando constantemente uma atmosfera diferente, \u00e0 qual a humanidade deve se adaptar. A adapta\u00e7\u00e3o ocorre principalmente atrav\u00e9s de crises.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">De um ponto de vista astrol\u00f3gico, a Hist\u00f3ria humana \u00e9 dividida em grandes per\u00edodos de tempo, durante os quais um padr\u00e3o b\u00e1sico de radia\u00e7\u00e3o permanece relativamente constante. Mal sa\u00edmos da Era de Peixes e estamos sob as primeiras influ\u00eancias da Era de Aqu\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">&nbsp;<\/p>\n<h3>Na brecha entre duas eras<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\">\u00c9 bem t\u00edpico de nosso tempo: valores antigos, que eram decisivos para o desenvolvimento anterior, est\u00e3o perdendo sua for\u00e7a e, assim, novos espa\u00e7os de valor v\u00e3o se abrindo. Durante algum tempo, vivemos como se estiv\u00e9ssemos numa &#8220;brecha&#8221; entre duas eras, na qual nada realmente consegue se sustentar: o &#8220;velho&#8221; sai e o &#8220;novo&#8221; ainda n\u00e3o est\u00e1 aqui. N\u00e3o admira que nosso tempo seja abalado por crises e traga consigo muita inseguran\u00e7a e medo para uma parte da humanidade e uma rajada de fogos de artif\u00edcio de novas ideias para a outra parte. Mas \u00e9 bem excitante viver em um tempo assim! Muitos sintomas dessa crise s\u00e3o percebidos como uma doen\u00e7a para a qual precisamos encontrar uma cura eficaz. Na imprensa di\u00e1ria, o termo &#8220;sociedade doente&#8221; aparece muitas vezes. Um ex\u00e9rcito de terapeutas est\u00e1 procurando possibilidades de cura nos campos f\u00edsico, psicol\u00f3gico ou social para doen\u00e7as muitas vezes misteriosas.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">O fil\u00f3sofo russo Alexander Koj\u00e8ve, que deu aulas em Paris nos anos 30, cunhou, em seus estudos sobre Hegel, o conceito de homem como um \u201canimal p\u00f3s-hist\u00f3rico\u201d vivendo em um &#8220;eterno presente&#8221;. Ele falou deste tempo como uma &#8220;bolha de eternidade&#8221;, que caracteriza a atmosfera entre duas eras.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">As polaridades que eram t\u00edpicas de nosso mundo anterior est\u00e3o se enfraquecendo ou desaparecendo completamente. Na polariza\u00e7\u00e3o do homem e da mulher, aparece o conceito de g\u00eanero. Em muitos lugares, nossa sociedade assume um car\u00e1ter andr\u00f3gino.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">As polaridades pol\u00edticas tamb\u00e9m est\u00e3o passando por r\u00e1pidas mudan\u00e7as. A ideia de Koj\u00e8ve da &#8220;bolha da eternidade&#8221; deixa claro que em tal fase de transi\u00e7\u00e3o, na qual as pessoas n\u00e3o est\u00e3o mais totalmente sob o dom\u00ednio dos padr\u00f5es de comportamento coletivo, a eternidade pode mais facilmente ter um efeito sobre elas. O sonho de um desenvolvimento eterno de gl\u00f3ria em gl\u00f3ria est\u00e1 crescendo. Logo dever\u00e1 surgir na mat\u00e9ria aquilo que s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel no reino do esp\u00edrito. A bolha da eternidade de Koj\u00e8ve \u00e9 a realidade entre duas eras, que est\u00e3o lentamente chegando ao fim, uma vez que a natureza alma-espiritual n\u00e3o pode ser realizada no mundo material.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">&nbsp;<\/p>\n<h3>Uma polaridade milenar<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\">A dualidade do ser humano fica especialmente mais n\u00edtida em uma \u00e9poca como a nossa, quando se revela uma das antigas polaridades. Sentimos com muito mais clareza a enorme tens\u00e3o entre a <em>alma espiritual<\/em> e a <em>alma material<\/em> de nosso ser interior. Como podemos usar essa tens\u00e3o de forma construtiva?<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">O aspecto material da alma humana parece estar enfraquecido: sua intensa influ\u00eancia sobre a mat\u00e9ria est\u00e1 inibida. A mat\u00e9ria entra na consci\u00eancia \u00e0 sua maneira, sem qualquer hist\u00f3ria pr\u00e9via. Quem n\u00e3o veio a este mundo para descansar, e continua a tentar tornar sua vida t\u00e3o agrad\u00e1vel e confort\u00e1vel quanto poss\u00edvel e mant\u00ea-la no n\u00edvel que j\u00e1 alcan\u00e7ou, entrar\u00e1 em crises como as que vivemos hoje. Talvez a causa principal disso seja, inconscientemente, o polo espiritual-emocional do ser humano, pois ele funciona fortemente atrav\u00e9s do atual esp\u00edrito da \u00e9poca, mas n\u00e3o entra realmente na consci\u00eancia enquanto estiver preso ao mundo material. Ele tenta conduzir o ser humano para fora do envelhecimento mental-material, para que ele possa banhar-se na fonte espiritual da juventude.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Portanto, h\u00e1 dois processos de desenvolvimento que v\u00e3o em dire\u00e7\u00f5es opostas. O mundo material segue a lei da entropia e da idade. Esse mundo est\u00e1 sempre buscando um novo equil\u00edbrio, sob for\u00e7as energ\u00e9ticas decrescentes. Do ponto de vista espiritual, o desenvolvimento vai na dire\u00e7\u00e3o oposta \u00e0 entropia e permite que a pessoa espiritualmente esfor\u00e7ada se torne rejuvenescida em seu estado interior. Ela vivencia o Esp\u00edrito como uma fonte da juventude.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Em ambos os caminhos h\u00e1 a constante altern\u00e2ncia entre crise e equil\u00edbrio.&nbsp; Passo a passo deve ser desenvolvido um novo equil\u00edbrio, e as crises intermedi\u00e1rias s\u00e3o fases de cura e realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Do lado material, isso leva \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da transitoriedade de toda a vida; e, na estrutura espiritual, leva o ser humano \u00e0 consci\u00eancia da unidade com tudo o que existe e o que n\u00e3o existe.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Curar no sentido f\u00edsico significa permanecer flex\u00edvel e adapt\u00e1vel, e fortalecer cada vez mais a tonicidade atrav\u00e9s de uma atitude s\u00e1bia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida. Envelhecimento e morte s\u00e3o partes integrantes da vida. Espiritualmente, isso significa viver a tonicidade que leva \u00e0 unidade com o divino-espiritual e, portanto, \u00e0 unidade com todos os sistemas vivos.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">A cura, portanto, significa sempre algo diferente, dependendo do ponto de vista e da condi\u00e7\u00e3o de cada um. De acordo com sua ess\u00eancia mais profunda, \u00e9 o desenvolvimento de uma tonicidade que permite \u00e0 consci\u00eancia comunicar-se livremente entre os dois polos da humanidade, a fim de expressar todo o potencial das ideias divinas.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">&nbsp;<\/p>\n<h3>Fontes:<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\">* B\u00edblia; Mateus 18:3<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a href=\"https:\/\/ber\u00fchmte-zitate.de\">https:\/\/ber\u00fchmte-zitate.de<\/a> (Max Planck)<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Erich Jantsch, 1979, \u201cA auto-organiza\u00e7\u00e3o do universo: Do Big Bang para o esp\u00edrito humano\u201d.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Alice Bailey, 1990, \u201cUm tratado sobre os sete raios\u201d.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Ilya Prigogine, 1992, \u201cDo ser ao tornar-se\u201d.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\"><a href=\"https:\/\/www.nzz.ch\/meinung\/nach-corona-das-ende-der-geschichte-ist-zu-ende-ld.1556521\">https:\/\/www.nzz.ch\/meinung\/nach-corona-das-ende-der-geschichte-ist-zu-ende-ld.1556521<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":920,"featured_media":9747,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[],"category_":[110120],"tags_english_":[],"class_list":["post-90825","logon_article","type-logon_article","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category_-zeitgeist-pt-br"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article\/90825","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article"}],"about":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/logon_article"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/920"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9747"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=90825"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=90825"},{"taxonomy":"category_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/category_?post=90825"},{"taxonomy":"tags_english_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags_english_?post=90825"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}