{"id":89783,"date":"2019-08-09T15:27:46","date_gmt":"2019-08-09T15:27:46","guid":{"rendered":"https:\/\/logon.media\/logon_article\/jornada-nas-estrelas-aspirando-em-direcao-ao-outro-parte-3\/"},"modified":"2025-01-01T22:02:24","modified_gmt":"2025-01-01T22:02:24","slug":"jornada-nas-estrelas-aspirando-em-direcao-ao-outro-parte-3","status":"publish","type":"logon_article","link":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/logon_article\/jornada-nas-estrelas-aspirando-em-direcao-ao-outro-parte-3\/","title":{"rendered":"Jornada nas Estrelas: Aspirando em Dire\u00e7\u00e3o ao Outro &#8211; Parte 3"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/logon.media\/pt-br\/logon_article\/jornada-nas-estrelas-aspirando-em-direcao-ao-outro-parte-2\/\">Ir para a parte 2<\/a><\/p>\n<p><iframe title=\"Spotify Embed: #47 Jornada nas estrelas - parte 3\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/5juWOu2KrpRcwvIHZq90qG?si=Bmi5XpgtQKqy14nIVCgdBw&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">A Jornada do Her\u00f3i<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Utilizando imagens arquet\u00edpicas universais, A Jornada do Her\u00f3i narra o processo interior de realiza\u00e7\u00e3o do ser humano. Ela \u00e9 parte integrante de culturas no mundo todo e de todos os tempos, com t\u00e3o pouca varia\u00e7\u00e3o, que Joseph Campbell, o grande estudioso de mitologia comparada, cunhou o termo \u201cmonomito\u201d para descrev\u00ea-la. Os exemplos mais conhecidos da cultura popular contempor\u00e2nea incluem <em>O Senhor dos An\u00e9is<\/em>, <em>Star Wars<\/em>, <em>Matrix<\/em>, <em>Harry Potter<\/em> e <em>Avatar<\/em>. Os exemplos cl\u00e1ssicos compreendem, entre outros: o \u00e9pico Gilgamesh, o Kalevala, Perceval ou Parsifal e a Flauta M\u00e1gica, de Mozart.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Os dom\u00ednios fant\u00e1sticos \u2013 tanto as gal\u00e1xias locais como as &#8220;muito, muito distantes&#8221; atrav\u00e9s das quais o her\u00f3i e seus companheiros viajam \u2013 simbolizam o campo interior do microcosmo, que \u00e9 o ser humano integral. Esse est\u00e1gio metaf\u00f3rico \u00e9 povoado de personifica\u00e7\u00f5es de aspectos internos. Suas a\u00e7\u00f5es e relacionamentos, muitas vezes dram\u00e1ticos, levam a uma completa liberta\u00e7\u00e3o e \u00e0 renova\u00e7\u00e3o de todo o microcosmo. Palavras, m\u00fasica, imagens est\u00e1ticas ou em movimento podem, na melhor das hip\u00f3teses, sugerir o que vem a seguir. Sentimos intuitivamente que esses pr\u00f3ximos passos pertencem ao campo transcendental do &#8220;Outro&#8221;, o ser imortal dentro de n\u00f3s. Assim, a Jornada do Her\u00f3i geralmente tem um fim vago ou aberto. Novamente, nossa intui\u00e7\u00e3o nos diz que o processo continua (ou talvez, na verdade esteja apenas come\u00e7ando) em um campo diferente, inacess\u00edvel ao nosso estado atual &#8220;normal&#8221; da mente.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">O enredo arquet\u00edpico d&#8217;A Jornada do Her\u00f3i pode ser delineado rapidamente: geralmente a hist\u00f3ria se desenrola em uma situa\u00e7\u00e3o de desordem e turbul\u00eancia geral, eras ap\u00f3s a queda de uma &#8220;era de ouro&#8221; (que seria o estado de exist\u00eancia original, completo e pr\u00e9-consciente). For\u00e7as m\u00e1s e hostis governam com m\u00e3o de ferro, amea\u00e7ando erradicar os \u00faltimos bols\u00f5es de resist\u00eancia. Ent\u00e3o, surge um princ\u00edpio jovem, ignorante e basicamente desamparado, cuja voca\u00e7\u00e3o, apesar de logo se tornar \u00f3bvia, ele precisa recusar de in\u00edcio. Dramaticamente entregue a seu destino, no entanto, nosso her\u00f3i embarca em sua jornada e se supera (com muita ajuda de seus amigos), pronto para se sacrificar e, ap\u00f3s se recuperar de uma inicia\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica [et\u00e9rica], que vence a duras penas, ele derruba o antagonista maligno.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">A situa\u00e7\u00e3o de Jornada nas Estrelas \u00e9 um pouco diferente: ap\u00f3s guerras devastadoras, a crise existencial da humanidade em todo o planeta j\u00e1 fora superada h\u00e1 s\u00e9culos. A Terra est\u00e1 unida e as civiliza\u00e7\u00f5es maduras da gal\u00e1xia conhecida formaram uma alian\u00e7a baseada em confian\u00e7a e respeito m\u00fatuos, interc\u00e2mbio cultural e coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Para todos os efeitos, a autorrealiza\u00e7\u00e3o substituiu a autopreserva\u00e7\u00e3o como o leitmotiv cultural. Aparentemente, a ci\u00eancia e a tecnologia deram in\u00edcio a uma nova era de ouro, com energia e recursos ilimitados, pondo fim \u00e0 pobreza e \u00e0 guerra.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Mas, nesse est\u00e1gio, o desenvolvimento do ser humano ainda n\u00e3o est\u00e1 completo, pois o caminho para o eu interior ainda n\u00e3o foi totalmente percorrido. A partir de certo ponto, j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 desenvolvimento \u201cautom\u00e1tico\u201d direcionado pelo \u201calto\u201d, mas o ser humano \u00e9 chamado a embarcar, consciente e autonomamente, em uma explora\u00e7\u00e3o interior por assim dizer, \u201carquivada\u201d no subconsciente coletivo da humanidade, que est\u00e1 um n\u00edvel abaixo d&#8217;A Jornada do Her\u00f3i. Guiado por seu livre arb\u00edtrio, ele prossegue rumo \u00e0s dimens\u00f5es espirituais, com todas as a\u00e7\u00f5es que ocorrem no universo interior do homem e da humanidade.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Ao inv\u00e9s de apresentar apenas um her\u00f3i, Jornada nas Estrelas revela v\u00e1rios cujas a\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias formam um tecido firme e abrangente.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Novos Epis\u00f3dios, Novos Protagonistas<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Nos \u201cbons e velhos\u201d tempos do capit\u00e3o Kirk (um estado mental anterior, quase inocentemente brincalh\u00e3o, comparado ao atual), tudo era bem mais simples: de um lado, havia a Confedera\u00e7\u00e3o de Planetas, composta por humanos, vulcanos, andorianos e telaritas. Havia escravos de pele verde da constela\u00e7\u00e3o de \u00d3rion; o reptil\u00f3ide Gorn e outros que caminhavam de p\u00e9, e que apareciam em rod\u00edzio, como \u201co alien\u00edgena da semana\u201d. Havia os autorit\u00e1rios e maquiav\u00e9licos romulanos e, \u00e9 claro, os arrogantes e guerreiros klingons, que, quando apareciam, significavam encrenca inevit\u00e1vel. Enquanto isso, a Confedera\u00e7\u00e3o e o Imp\u00e9rio Klingon fizeram uma paz bem inquietante (o lado selvagem, agressivo e o lado adaptado e cultivado da mente convergiram e coexistiram na medida do poss\u00edvel). Ent\u00e3o, as lutas internas pelo poder do Imp\u00e9rio Klingon tornam-se cada vez mais importantes para a hist\u00f3ria (embora geralmente integrado, esse lado do funcionamento interno do ser humano ainda n\u00e3o encontrou paz).<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">\u00a0Foi estabelecida uma zona neutra entre os territ\u00f3rios dos romulanos e os da Confedera\u00e7\u00e3o \u2013 mas os pr\u00f3prios romulanos (artimanhas trai\u00e7oeiras) n\u00e3o foram ouvidos por d\u00e9cadas. Quando eles reaparecem em uma explos\u00e3o, a zona neutra transforma-se em um teatro de provoca\u00e7\u00f5es e provas constantes. Interpreta\u00e7\u00e3o: a consci\u00eancia madura, o consciente maduro, deixou de lado sua pr\u00f3pria falsidade (que se apresenta como cultura apenas para atacar sem remorso em qualquer oportunidade) \u2013 mas ainda est\u00e1 l\u00e1, invisivelmente \u00e0 espreita, aguardando seu tempo.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">As naves romulanas s\u00e3o devidamente equipadas com dispositivos de camuflagem, o que permite que n\u00e3o sejam detectadas at\u00e9 o \u00faltimo momento.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Os trills s\u00e3o dignos de nota: s\u00e3o uma esp\u00e9cie simbi\u00f3tica dupla que re\u00fane um hospedeiro humanoide a um simbionte semelhante a uma larva. O simbionte \u00e9 permanentemente implantado na cavidade do corpo do hospedeiro e \u00e9 transplantado para o pr\u00f3ximo, no final da vida \u00fatil do corrente hospedeiro. Uma grande honra para a qual os potenciais hospedeiros s\u00e3o treinados extensivamente e com a m\u00e1xima disciplina desde a inf\u00e2ncia. A uni\u00e3o de hospedeiro e simbionte n\u00e3o \u00e9 apenas f\u00edsica, mas inclui mente, personalidade e mem\u00f3rias. As caracter\u00edsticas e as mem\u00f3rias de cada antigo hospedeiro permanecem em cada trill. Um modo de ver a ideia de reencarna\u00e7\u00e3o de um jeito bem t\u00edpico de Jornada nas Estrelas.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Al\u00e9m disso, s\u00e3o introduzidos os gananciosos ferengis, cuja cultura \u00e9 toda baseada em adquirir lucro, os cardassianos militaristas que oprimem brutalmente os bajoranos fundamentalistas h\u00e1 d\u00e9cadas (ambas as ra\u00e7as desempenhando pap\u00e9is importantes em Star Trek: Deep Space Nine), os primitivos e astutos pakleds e muitos outros. Os oponentes verdadeiramente poderosos e assustadoramente perigosos s\u00e3o Q e os borg.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Os grandes antagonistas<\/h3>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">\u201cQ\u201d \u00e9 o nome de uma esp\u00e9cie, de cada membro da esp\u00e9cie \u2013 e de um esp\u00e9cime em particular que se apresenta j\u00e1 no filme piloto Next Generation e assombra a equipe da Enterprise repetidamente at\u00e9 o \u00faltimo epis\u00f3dio. O Q Continuum desenvolveu seu estado f\u00edsico de exist\u00eancia eras atr\u00e1s,, transformando-se em seres praticamente onipotentes de energia pura. Torturados pelo t\u00e9dio e pela estagna\u00e7\u00e3o, eles vegetam em um n\u00e3o-reino ma\u00e7ante e escuro, repleto de realidades simuladas, iniciando discuss\u00f5es sobre tudo e nada. Parece n\u00e3o haver mais nada para eles experimentarem e nenhum espa\u00e7o para maior desenvolvimento. Em teoria, eles poderiam governar o universo e ser adorados como deuses por todas as outras formas de vida \u2013 mas eles se cansaram at\u00e9 mesmo disso h\u00e1 \u00e9ons. Como seu egocentrismo ilimitado torna-lhes imposs\u00edvel inclinarem-se amorosamente para formas de vida \u201cmenores\u201d (mesmo que isso lhes ocorresse), suas mentes morrem \u00e0 m\u00edngua no \u00e1pice da simula\u00e7\u00e3o de sua suposta perfei\u00e7\u00e3o. Estar\u00edamos possivelmente vendo aqui uma representa\u00e7\u00e3o das entidades a que Ef\u00e9sios 6:12 se refere como \u201cfor\u00e7as espirituais do mal nos lugares celestiais\u201d?<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">\u00a0Um deles (a quem, como podemos inferir, o puro desespero levou a uma nova abertura) desenvolve um fasc\u00ednio quase infantil com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tripula\u00e7\u00e3o da Enterprise (muito parecido com o fasc\u00ednio que uma crian\u00e7a real tem por um formigueiro), inventando muitas vezes situa\u00e7\u00f5es desesperadoras para eles, apresentando-se como um manipulador malicioso ou um valent\u00e3o impiedoso. A dignidade inquebrant\u00e1vel, a fidelidade, a sinceridade e a lealdade que esses seres fr\u00e1geis e de vida curta apresentam at\u00e9 mesmo em face de perigo mortal tornam-se a ess\u00eancia de sua imperfei\u00e7\u00e3o cuidadosamente reprimida. Sua aparente onipot\u00eancia colide com seus limites quando ele tenta criar tenta\u00e7\u00f5es para esses mortais insignificantes para que traiam uns aos outros. Q pode ser interpretado como Mefist\u00f3feles, \u201co esp\u00edrito que nega\u201d: o oponente e tentador c\u00f3smico, que est\u00e1 enfrentando a eterna nega\u00e7\u00e3o, e que n\u00e3o pode ser derrotado \u2013 mas apenas enganado ou, diante das prov\u00e1veis \u200b\u200bconsequ\u00eancias, repudiado. O encontro da Confedera\u00e7\u00e3o com o coletivo borg tamb\u00e9m \u00e9 um feito de Q \u2013 um encontro prematuro, como observa Guinan, que j\u00e1 passou por essa experi\u00eancia. Vamos lembrar: Guinan representa o aspecto sabedoria.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">\u00a0Os borgs s\u00e3o uma ra\u00e7a human\u00f3ide, muito avan\u00e7ada tecnologicamente \u2013 ou melhor, uma mistura de ra\u00e7as human\u00f3ides \u2013 que aumenta seus corpos org\u00e2nicos por meio de implantes cibern\u00e9ticos quase acima da compreens\u00e3o. Eles n\u00e3o possuem consci\u00eancia individual: est\u00e3o aprisionados em uma mente-colmeia, onde cada drone borg partilha dos pensamentos da coletividade. Os borgs se consideram o auge da evolu\u00e7\u00e3o, e sua mensagem invari\u00e1vel \u00e9 \u201cResistir \u00e9 in\u00fatil!\u201d. Quando fazem contato, outras ra\u00e7as s\u00e3o \u201cassimiladas\u201d, isto \u00e9, desprovidas de sua vontade, ciberneticamente desfiguradas e integradas ao coletivo.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Os borgs simbolizam a for\u00e7a c\u00f3smica antagonista que utiliza imita\u00e7\u00e3o, tentando simular o divino por meios profanos. Um princ\u00edpio interno verdadeiramente diab\u00f3lico, que causa na mente humana falta de compaix\u00e3o, ilus\u00f5es de grandeza, intoler\u00e2ncia, o desejo de oprimir, explorar e destruir. Seu conhecimento (puramente factual, materialista) est\u00e1 sempre se expandido gra\u00e7as aos tra\u00e7os e realiza\u00e7\u00f5es das ra\u00e7as que eles assimilam (e que aniquilam por esse processo). Como um coletivo, eles s\u00e3o poderosos e quase imortais. Eles abusam da tecnologia (que interpretamos como intelig\u00eancia criativa aplicada) para interferir com seu pr\u00f3prio estado de exist\u00eancia, tendo se transformado em h\u00edbridos repulsivos. Como ainda n\u00e3o s\u00e3o m\u00e1quinas, e tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o verdadeiramente seres vivos, eles destroem a vida, a multiplicidade, a individualidade, a identidade, a liberdade e a compreens\u00e3o, sem perder o ritmo onde quer que as encontrem; Em sua fria e destrutiva ilus\u00e3o, eles encarnam o oposto do que acreditam que s\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Assim, os borgs n\u00e3o s\u00e3o de modo algum a assimila\u00e7\u00e3o invenc\u00edvel de m\u00e1quinas que imaginam ser. Os Qs poderiam tirar os borgs da exist\u00eancia por capricho \u2013 se eles apenas fossem incomodados. E muito mais tarde, durante Star Trek: Voyager, os borgs encontram a esp\u00e9cie 8472, completamente alien\u00edgena, de uma dimens\u00e3o igualmente alien\u00edgena: um oponente que n\u00e3o pode ser assimilado, mas que \u00e9 t\u00e3o agressivo e destrutivo quanto eles.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">Curiosamente, um \u00fanico borg, a quem a tripula\u00e7\u00e3o da Enterprise chama de \u201cHugh\u201d e (com muito mais profundidade e detalhe durante Star Trek: Voyager) \u201cSeven of Nine\u201d exemplifica como os drones borgs podem recuperar sua individualidade quando separados do coletivo. Tamb\u00e9m ficamos sabendo que o coletivo n\u00e3o \u00e9 governado por sua mente-colm\u00e9ia, mas sim por uma rainha.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">E no final de Voyager, uma muta\u00e7\u00e3o permite que uma pequena porcentagem do coletivo se re\u00fana livre da opress\u00e3o totalit\u00e1ria da das mentes da colmeia, a na Unimatrix \u2013 um estado parecido com sonho, como os indiv\u00edduos costumavam ser antes da assimila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\" dir=\"ltr\">(<a href=\"https:\/\/logon.media\/pt-br\/logon_article\/jornada-nas-estrelas-aspirando-em-direcao-ao-outro-parte-4\/\">continua na parte 4<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"author":920,"featured_media":6574,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[],"category_":[110120],"tags_english_":[],"class_list":["post-89783","logon_article","type-logon_article","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category_-zeitgeist-pt-br"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article\/89783","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article"}],"about":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/logon_article"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/920"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6574"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89783"},{"taxonomy":"category_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/category_?post=89783"},{"taxonomy":"tags_english_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags_english_?post=89783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}