{"id":113315,"date":"2024-11-05T15:25:56","date_gmt":"2024-11-05T15:25:56","guid":{"rendered":"https:\/\/logon.media\/logon_article\/uma-manha-na-escola-dos-rishi\/"},"modified":"2024-11-06T17:01:03","modified_gmt":"2024-11-06T17:01:03","slug":"uma-manha-na-escola-dos-rishi","status":"publish","type":"logon_article","link":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/logon_article\/uma-manha-na-escola-dos-rishi\/","title":{"rendered":"Uma manh\u00e3 na escola dos Rishi"},"content":{"rendered":"<p><iframe title=\"Spotify Embed: #157 Uma manha\u0303 na escola dos Rishi\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/7uG0hJSIjBeHm1pKjNCUSM?si=829305588de04a2e&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 muito tempo, em algum lugar nas margens do Rio Indo, quando o sol nasce para abra\u00e7ar a terra, crian\u00e7as pequenas, estudantes alegres, caminhavam cantando. De manh\u00e3, muitos iam sentar-se sob a grande \u00e1rvore de pimenta para ouvir a li\u00e7\u00e3o de seu professor. Nos telhados das casas, macacos tomavam caf\u00e9 da manh\u00e3, rindo uns dos outros. Um gato rajado descansava ao sol, despreocupado com seus vizinhos barulhentos. Em cada \u00e1rvore, p\u00e1ssaros estavam ocupados alimentando suas fam\u00edlias, alegrando a atmosfera e colorindo o c\u00e9u. Poderia ser sob as palmeiras do Egito, ao longo do Nilo, ou \u00e0 sombra das imponentes \u00e1rvores de carvalho enraizadas nas terras celtas. A aurora brilha em toda parte, em todos os tempos, para os que abrem bem os olhos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma crian\u00e7a perguntou ao professor:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Quem criou os p\u00e1ssaros?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Os p\u00e1ssaros? O professor pensa por um momento. Os p\u00e1ssaros cantam, os macacos riem, e voc\u00eas, estudantes, tamb\u00e9m vieram cantando e rindo. Todos os seres vivos cantam. Os deuses, esses seres que nossos pintores retratam desajeitadamente nas paredes dos templos, tamb\u00e9m cantam. A terra, o fogo, a \u00e1gua, a floresta, o tigre, o trabalho dos homens, o amor das mulheres, a alegria das crian\u00e7as, tudo que acontece \u00e9 o grande canto, a hist\u00f3ria que os deuses todo-poderosos contam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Ent\u00e3o os deuses criaram tudo \u2013 disse o garoto pensativo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Os deuses devem ter desafinado quando criaram o seu rosto \u2013 disse um de seus colegas, zombando.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A turma toda riu com gosto, at\u00e9 a \u201cv\u00edtima\u201d sorriu, ainda pensando na hist\u00f3ria da can\u00e7\u00e3o dos deuses.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Mas se tudo que existe \u00e9 a can\u00e7\u00e3o dos deuses, por que eles cantam sobre a morte e a tristeza? Se s\u00e3o os deuses que cantam minha vida, que compositores estranhos!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 \u00c9 verdade \u2013 exclamou uma menininha \u2013, muitas vezes me perguntei por que os deuses criaram um mundo t\u00e3o perigoso. Eu sou pequena, mas minhas irm\u00e3s s\u00e3o ainda menores. Uma delas morreu neste inverno, tinha apenas dois anos. Qual \u00e9 o sentido dessa can\u00e7\u00e3o? De que cora\u00e7\u00e3o estranho veio tal melodia?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pequena classe come\u00e7ava a borbulhar com a quest\u00e3o ardente sobre a justi\u00e7a na can\u00e7\u00e3o dos deuses, cada crian\u00e7a com suas pr\u00f3prias experi\u00eancias dolorosas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c\u00c9 o karma\u201d, era a resposta habitual. O karma \u00e9 sempre justo, \u00e9 a consequ\u00eancia l\u00f3gica e inevit\u00e1vel do que se faz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Inevi qu\u00ea?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Inevit\u00e1vel, seu bobo! Que n\u00e3o podemos evitar. Se coisas terr\u00edveis acontecem conosco, \u00e9 porque as merecemos, \u00e9 isso\u2026 \u00e9 a lei!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Enquanto trocava olhares de cumplicidade com os macacos no telhado oposto, o professor acompanhava o fluxo de argumentos de um lado para outro, assim como a onda de sentimentos que surgia na troca.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 A lei? \u2013 disse outro. Se os deuses cantam todas as melodias, o que pode ser mudado? Que escolha temos para fazer o bem ou o mal? Se tudo est\u00e1 escrito, n\u00e3o h\u00e1 lei, apenas um roteiro que n\u00f3s, os atores, representamos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Eu nunca escolheria um ator como voc\u00ea para o meu teatro \u2013 provocou o pequeno brincalh\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 N\u00e3o h\u00e1 roteiro \u2013 disse uma menina. Meu pai me contou que a vida humana \u00e9 o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">lila<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, o jogo dos deuses. Nesse jogo, n\u00f3s temos, sim, um papel, que interpretamos bem ou mal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 E quem diz que voc\u00ea ganhou? Quando o jogo acaba?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Quando o karma se esgota!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Ah, n\u00e3o, n\u00e3o vai come\u00e7ar de novo com essa coisa inevit\u00e1vel: karma! Nunca sairemos disso\u2026<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O professor, que n\u00e3o perdera uma palavra da conversa, observava o p\u00e1ssaro que pousara no galho acima dele, com sua longa cauda, corpo branco e asas pretas e azuis. Um corvo juntou-se a ele no galho superior. Eles aguardavam que as crian\u00e7as sa\u00edssem para se banquetearem com as migalhas de seu lanche.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Os deuses cantam o mundo \u2013 disse o professor em voz alta, mas amig\u00e1vel, para restaurar a calma. Mas quem come\u00e7ou a cantar os deuses?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As crian\u00e7as escutaram novamente, mergulhando no espa\u00e7o desconhecido aberto pelo instrutor. Os deuses cantam porque \u00e9 o karma deles? Existe uma lei para os deuses?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Os deuses s\u00e3o eternos, n\u00e3o t\u00eam come\u00e7o nem fim. Ningu\u00e9m poderia ter come\u00e7ado a cant\u00e1-los \u2013 respondeu um dos alunos mais velhos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Se os deuses s\u00e3o eternos, ent\u00e3o t\u00eam um corpo que n\u00e3o morre, ou seja, que sempre existiu e sempre existir\u00e1 \u2013 continuou o professor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Sim \u2013 concordou a turma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Em seus corpos s\u00f3 pode haver um cora\u00e7\u00e3o que bate eternamente tamb\u00e9m, inesgot\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Sem d\u00favida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Para fazer m\u00fasica, voc\u00eas, que cantam tanto, precisam estar no ritmo juntos. Esse \u00e9 o primeiro requisito. \u00c9 poss\u00edvel tocar um pouco desafinado, mas fora de ritmo, isso \u00e9 imposs\u00edvel. Agora, se os deuses s\u00e3o eternos, \u00e9 porque seus cora\u00e7\u00f5es batem em sintonia com o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o do universo, a Fonte misteriosa de onde tudo vem e para onde tudo retorna.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 O que \u00e9 essa Fonte, senhor? \u2013 perguntou o primeiro garotinho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 N\u00e3o podemos dizer nada sobre ela, exceto que pulsa em todas as criaturas, em cada ser que nos rodeia, at\u00e9 nas coisas. Se os deuses s\u00e3o aben\u00e7oados, \u00e9 porque sabem reconhecer a presen\u00e7a da Fonte em tudo que olham. Assim, est\u00e3o sempre em conex\u00e3o, em ritmo, espalhando a can\u00e7\u00e3o da Origem como a seiva que sobe pela \u00e1rvore ou o sangue que irriga a menor parte do nosso corpo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Mas n\u00f3s n\u00e3o somos t\u00e3o felizes! Voc\u00ea acabou de nos contar sobre essa Fonte que traz felicidade, como se tudo o que fizemos at\u00e9 agora n\u00e3o tivesse valor comparado \u00e0 m\u00fasica em que os deuses vivem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Somos seres humanos \u2013 disse o professor \u2013, nascemos para viver milhares de experi\u00eancias de alegria e sofrimento, e ent\u00e3o morremos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Para uma vida melhor depois \u2013 disse o primeiro menino.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Da pr\u00f3xima vez, escolherei uma vila diferente da sua \u2013 riu o brincalh\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Quem de voc\u00eas se lembra da sua vida anterior como servo fiel? Como os animais, todos n\u00f3s temos um cora\u00e7\u00e3o que bate, enviando o ritmo e o calor da vida para nossos corpos. Tamb\u00e9m temos uma mente para criar e uma vontade para realizar nossas estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia neste mundo, onde precisamos comer, nos abrigar e nos vestir para afastar a morte que nos espreita desde o momento em que nascemos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 \u00c9 uma batalha perdida \u2013 disse um menino que estivera calado at\u00e9 ent\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Exatamente! Perdida desde o come\u00e7o! \u2013 disse o professor. Quer tenhamos uma vida ou muitas, morremos. A quest\u00e3o \u00e9: o que \u00e9 um cora\u00e7\u00e3o que bate eternamente, um cora\u00e7\u00e3o imortal e aben\u00e7oado, como todos aspiramos ter?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Oh, sim! \u2013 responderam essas crian\u00e7as bem comportadas juntas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Cheguem mais perto amiguinhos e olhem!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O professor era um Rishi, um vidente de outrora. Ele se levantou e segurou uma pedra branca e plana, como uma bandeja, para que todos vissem. Fechou os olhos e imagens apareceram na superf\u00edcie da pedra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 No futuro distante \u2013 disse ele \u2013 seus tataranetos viver\u00e3o sem levar em conta os deuses. Sempre em busca de felicidade, desejar\u00e3o a imortalidade, ou melhor, j\u00e1 n\u00e3o aceitar\u00e3o a morte. Ser\u00e3o cada vez mais numerosos e destruir\u00e3o as Mans\u00f5es da Vida, os reinos das \u00e1rvores e dos tigres. N\u00e3o pensar\u00e3o nos pais de ontem, nem nos filhos dos filhos, teimosamente construindo casas de prazer para si mesmos, desafiando todas as criaturas cantadas pelos deuses. Focados em seus pr\u00f3prios desejos, querer\u00e3o fazer tudo muito r\u00e1pido, movendo-se constantemente no ritmo do dia e da noite, do sol e das esta\u00e7\u00f5es. M\u00e1quinas ajudar\u00e3o nessa corrida fren\u00e9tica: aut\u00f4matos concebidos pelos magos corruptos dessa era vindoura. Chegar\u00e3o a criar portais para o mundo dos sonhos e dos mortos para distrair os vivos, mergulhando-os no esquecimento da morte que, embora adiada, permanecer\u00e1 o prazo mais certo para todos. Embriagados com as mais variadas m\u00fasicas, permanecer\u00e3o surdos \u00e0s can\u00e7\u00f5es celestes que d\u00e3o ritmo \u00e0 vida. Seus cora\u00e7\u00f5es ser\u00e3o fr\u00e1geis. O sono frequentemente os deixar\u00e1 nas m\u00e3os da ang\u00fastia sobre problemas sem valor. Insones, poucos se perguntar\u00e3o: o que \u00e9 um cora\u00e7\u00e3o eterno?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diante do espet\u00e1culo das estranhas m\u00e1quinas derrubando as florestas sagradas, diante desses homens duros e apressados, as crian\u00e7as permaneceram mudas. Por um momento houve um estranho sil\u00eancio, enquanto o Rishi abria os olhos e guardava a surpreendente bandeja em sua sacola de pano azul. Os p\u00e1ssaros ainda estavam l\u00e1, pacientes, esperando o fim da li\u00e7\u00e3o com a eleg\u00e2ncia de sua esp\u00e9cie.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Mas&#8230; como fazemos para que nossos tataranetos, talvez n\u00f3s mesmos no futuro, n\u00e3o tenham que viver esse pesadelo de m\u00e1quinas e o fim do reino dos tigres? \u2013 perguntou o primeiro garotinho novamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Hmmm&#8230; \u2013 disse o professor. \u00c9 necess\u00e1rio prestar aten\u00e7\u00e3o em tudo ao seu redor. A \u00e1rvore, os p\u00e1ssaros, o rio, o gato, seus amigos, os macacos, seus pais, o vento, tudo pulsa, tudo canta. Desenvolvam os \u00fanicos poderes que importam: escutar e observar. Ao ouvir e observar profundamente o que vive, deciframos a bela e complexa m\u00fasica em que tocamos. Estamos sempre aprendendo, porque a m\u00fasica est\u00e1 viva, sempre mudando. Para compreend\u00ea-la, devemos fazer como ela faz, devemos morrer para renascer repetidas vezes. Este \u00e9 o segredo, a ess\u00eancia da m\u00fasica: morrer para renascer. Quanto mais se presta aten\u00e7\u00e3o, mais seu cora\u00e7\u00e3o deseja bater em ritmo com o fluxo inesgot\u00e1vel da vida. \u00c9 assim que se conectam seus olhos, ouvidos e a cabe\u00e7a toda ao pulsar do cora\u00e7\u00e3o. Fa\u00e7a isso e nunca atacar\u00e1 o reino dos tigres. A intelig\u00eancia n\u00e3o permitir\u00e1. Voc\u00ea tamb\u00e9m se tornar\u00e1 uma Morada da Vida, uma part\u00edcula luminosa do cora\u00e7\u00e3o do Universo, um m\u00fasico em sintonia com a can\u00e7\u00e3o dos deuses. Esse \u00e9 o desafio de qualquer verdadeira escola.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 E conheceremos a Fonte? \u2013 perguntou o garoto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 Veremos&#8230; Agora, cantemos o Salmo para a Luz de Maio, por favor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O professor observou o tumulto alegre das crian\u00e7as enquanto se afastavam. Ao p\u00e9 da \u00e1rvore, quando n\u00e3o havia mais ningu\u00e9m, os p\u00e1ssaros finalmente se banquetearam na alegria e eleg\u00e2ncia de sua esp\u00e9cie.<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":923,"featured_media":105502,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[],"category_":[110108],"tags_english_":[],"class_list":["post-113315","logon_article","type-logon_article","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category_-spiritsoul-pt-br"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article\/113315","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article"}],"about":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/logon_article"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/923"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/105502"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=113315"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=113315"},{"taxonomy":"category_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/category_?post=113315"},{"taxonomy":"tags_english_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags_english_?post=113315"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}