{"id":110574,"date":"2024-06-19T03:28:02","date_gmt":"2024-06-19T03:28:02","guid":{"rendered":"https:\/\/logon.media\/logon_article\/o-relogio-e-nosso\/"},"modified":"2024-11-13T18:27:44","modified_gmt":"2024-11-13T18:27:44","slug":"o-relogio-e-nosso","status":"publish","type":"logon_article","link":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/logon_article\/o-relogio-e-nosso\/","title":{"rendered":"O Mostrador \u00c9 Nosso"},"content":{"rendered":"<p><em>A resposta para uma pergunta encontra-se em nosso interior.Estamos sintonizados para respond\u00ea-la?<\/em><!--more--><\/p>\n<p><iframe title=\"Spotify Embed: #144 O mostrador \u00e9 nosso\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/4zN40BphCYG4MSw58KiPXd?si=f2u5GGTgQTOu8M_7mqkdtg&amp;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que \u00e9 um mostrador? Conhecemos o mostrador de um rel\u00f3gio, um indicador de tempo espacial, do dia e da noite. Tamb\u00e9m conhecemos o sintonizador, o antigo bot\u00e3o de r\u00e1dio que nos permitia determinar qual frequ\u00eancia quer\u00edamos ouvir. Atualmente, conhecemos o sintonizador eletr\u00f4nico de nossa TV ou computador e outros instrumentos tecnol\u00f3gicos. E h\u00e1 o mostrador da b\u00fassola com um ponteiro para indicar a dire\u00e7\u00e3o. Todos eles apontam para algo que diz respeito \u00e0 Terra, algo invis\u00edvel aos olhos, mas que, ainda assim, direciona nossa aten\u00e7\u00e3o. Mantendo-nos orientados, conectados, ligados ao planeta em que vivemos. N\u00f3s os consideramos perfeitamente naturais; temos uma vida inteira de conex\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, e quanto ao reino espiritual que nos rodeia, um reino que em si mesmo n\u00e3o podemos ver, assim como n\u00e3o podemos ver as for\u00e7as do reino terrenal vis\u00edvel? \u00c0 medida que a humanidade explora e se desenvolve, cada vez mais sabemos que existe algo al\u00e9m do que podemos perceber com nossos sentidos f\u00edsicos. Ao utilizar a tecnologia, podemos nos tornar cientes da evid\u00eancia de outras for\u00e7as, outros poderes e, da mesma forma, podemos nos tornar conectados.<\/p>\n<p>Na maioria das vezes, por sermos da Terra, n\u00f3s percebemos as contrapartes da Terra que, com ou sem raz\u00e3o, consideramos \u201cespirituais\u201d. Mas, certamente, se algo \u00e9 verdadeiramente espiritual, ele se origina n\u00e3o da Terra, mas de um reino completamente diferente. Um reino n\u00e3o-terreno que interpenetra, mas n\u00e3o pertence ao mundo. N\u00f3s temos um mostrador, um indicador, um sintonizador que pode nos indicar essa dire\u00e7\u00e3o? De fato, n\u00f3s temos, e sempre tivemos tal capacidade guardada em seguran\u00e7a profundamente em nosso interior. Por\u00e9m, assim como podemos escolher n\u00e3o prestar aten\u00e7\u00e3o ao mostrador de um rel\u00f3gio ou ouvir determinada frequ\u00eancia de som ou imagens, tamb\u00e9m podemos escolher ignorar a dire\u00e7\u00e3o para a qual estamos sendo chamados espiritualmente. Consciente e inconscientemente, substituindo-a por todas as influ\u00eancias intrigantes e n\u00e3o t\u00e3o intrigantes oferecidas pelo mundo ao nosso redor, com todos os fasc\u00ednios que nossos mostradores terrenais percebem e medem. Dia e noite, hora, temperatura, altura e profundidade, comprimento e largura, e assim por diante. O suficiente para nos manter ocupados por mais de uma vida, por mil\u00eanios. Essa \u00e9 a hist\u00f3ria da humanidade, e talvez seja onde ainda nos encontramos. Interconectados com o mundo, presos ao reino terrenal, ao que est\u00e1 se tornando cada vez mais uma experi\u00eancia agitada e desconfort\u00e1vel, a qual, apesar das consequ\u00eancias, ainda escolhemos ignorar.<\/p>\n<p>Qual \u00e9 a natureza desse reino espiritual do qual falamos? Como sabemos que ele existe? Onde est\u00e3o nossos meios de detect\u00e1-lo, de nos conectar com ele?<\/p>\n<p>Seria poss\u00edvel compar\u00e1-lo a uma for\u00e7a gravitacional, como a que nos prende \u00e0 Terra, mas em uma dire\u00e7\u00e3o oposta, puxando-nos para longe do reino terrenal, ao inv\u00e9s de nos prender a ele, trazendo mudan\u00e7as cont\u00ednuas para a Terra e seus habitantes, para garantir que a atra\u00e7\u00e3o terrenal seja continuamente rompida.<\/p>\n<p>Conhecemos essas mudan\u00e7as, n\u00f3s as vivenciamos constantemente. Mas, ainda assim, como humanidade, n\u00f3s nos apegamos. Entretanto, como em todas as antigas civiliza\u00e7\u00f5es neste planeta, quando uma civiliza\u00e7\u00e3o atinge seu apogeu, chega um ponto de \u201cn\u00e3o mais al\u00e9m\u201d, a beira de um precip\u00edcio. Isso talvez nos d\u00ea, abruptamente, a oportunidade de nos tornar cientes do mostrador escondido dentro de n\u00f3s, um indicador anteriormente n\u00e3o percebido que pode indicar um caminho, um novo caminho, um caminho diferente, e ent\u00e3o abre-se a possibilidade de perceber um reino diferente que, em ess\u00eancia, sempre esteve l\u00e1, pacientemente esperando. Podemos nos conscientizar de outro \u00edmpeto que pode potencialmente nos despertar, nos elevar al\u00e9m do terrenal enquanto ainda existimos no terrenal. Uma experi\u00eancia de estar no mundo, mas n\u00e3o ser do mundo. Nosso mostrador aponta para um novo caminho, uma nova dire\u00e7\u00e3o, uma nova senda.<\/p>\n<p>N\u00f3s a seguiremos? Permitiremos que nosso sintonizador interno nos guie? Individualmente? Coletivamente? Essa \u00e9 a pergunta.<\/p>\n<p>Sua resposta encontra-se dentro de voc\u00ea.<\/p>\n","protected":false},"author":966,"featured_media":107143,"template":"","meta":{"_acf_changed":false},"tags":[],"category_":[110120],"tags_english_":[],"class_list":["post-110574","logon_article","type-logon_article","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category_-zeitgeist-pt-br"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article\/110574","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/logon_article"}],"about":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/logon_article"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/966"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/107143"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=110574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=110574"},{"taxonomy":"category_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/category_?post=110574"},{"taxonomy":"tags_english_","embeddable":true,"href":"https:\/\/logon.media\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags_english_?post=110574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}